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Rogério Cafeteira fala sobre a Pastoral Carcerária e destaca irregularidades na obra do hospital de Rosário

O deputado e líder do governo na Assembleia Legislativa, Rogério Cafeteira (PSC), usou seu tempo no plenário nesta terça-feira (30), para tratar sobre o caso da Pastoral Carcerária e destacar as irregularidades no processo licitatório da construção do hospital de Rosário.
  
Rogério iniciou seu discurso mencionado a posição do governo quanto à nota emitida pela Pastoral Carcerária. “O Governo do Maranhão informa que a nota é absurdamente inverídica, pois jamais o governador do Estado afirmou que o sistema penitenciário estava perfeito e isento de problemas, tampouco se “descontrolou”. Frise-se que a reunião encontra-se gravada e terminou com uma festiva foto, com todos os participantes. O governador do Estado apenas respondeu a uma equivocada afirmação de que o sistema penitenciário “piorou” neste ano de 2015. Ao fazê-lo, resumiu os avanços e anunciou as medidas que serão adotadas para continuar melhorando. Lembramos que, neste ano, houve uma redução de 61% no número de fugas e de 63% no número de mortes, e nenhuma rebelião em Pedrinhas” disse o deputado.

O parlamentar lamentou a forma como a oposição vem tratando o assunto e conduzindo para um viés político ao colocar o governador Flávio Dino contra a Igreja Católica. “Não é porque se trata de um padre, ou um religioso que haverá isenção de críticas. Todos estamos sujeitos a questionamentos, pois vivemos num Estado Democrático”, ressaltou.

Sobre o hospital de Rosário, o líder do governo disse tratar de um assunto extremamente sério e enfatizou a necessidade de que o debate seja aprofundado.  Rogério lembrou que auditoria aponta graves irregularidades, além de pagamentos ilegais. Segundo ele, para a construção do hospital de 50 leitos foram pagos 4,2 milhões de reais, no entanto, efetivamente, só foram medidos R$ 591.074,00 em terraplanagem. “E aqui é importante que se ressalte esse tipo de procedimento que aconteceu, que não é o único infelizmente, foi no montante de mais de 240 milhões de reais pagos no fim do governo de forma irregular, sem a devida autorização do BNDES. Esses pagamentos, essas irregularidades causaram a paralização das obras e prejuízo gigantesco não só à população, como às empresas que ficaram sem a possibilidade de receber, pois o banco cobrava do Estado 243 bilhões de pagamentos indevidos”, concluiu.

Para finalizar, Rogério reiterou que  ex-secretário vai ter que se explicar e prestar contas obre o pagamento  do hospital e que trata-se de um caso de polícia já que houve desvio de recursos públicos e inúmeras irregularidades na licitação. “Os procedimentos de auditoria não são de agora. Quem cobra também tem que pagar”.

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