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Deputada Andrea Murad diz que Flávio Dino mentiu ao assumir autoria da construção de 10 hospitais

Flávio Dino mentiu durante entrevista ao jornal Folha de São Paulo
O governador Flávio Dino (PCdoB) afirmou em entrevista à TV Folha, do jornal Folha de S. Paulo, que o Governo do Maranhão está construindo ou concluindo 10 novos hospitais no estado. A declaração do comunista, no entanto, não condiz com a verdade, pelo menos no que diz respeito à construção de hospitais.

É o que assegura a deputada estadual Andrea Murad (PMDB), membro da Comissão de Saúde da Assembleia Legislativa. De acordo com a parlamentar, a atual gestão sequer apresentou projeto ou iniciou a construção de alguma nova unidade de saúde no estado. Ela afirma que ao contrário do que disse o comunista, o que o Governo fez foi deixar de entregar pelo menos oito hospitais já concluídos pela gestão anterior.

“O governador mente descaradamente em entrevista à TV Folha ao dizer que está construindo ou concluindo 10 novos hospitais. Pela resposta, percebe-se que nem ele sabe o que dizer. O fato é que ele não faz nenhuma coisa nem outra. Nem está construindo e nem está concluindo nada. Se tivesse ao menos mantendo o que encontrou já estaria de bom tamanho”, disse.

Foram deixados em fase de conclusão, com mais de 90% das obras realizadas pela gestão anterior, os hospitais macrorregionais de 100 leitos, nas cidades de Imperatriz, Santa Inês, Pinheiro e Caxias. Outros quatro hospitais de 50 leitos também foram deixados pela gestão anterior, nos municípios de Balsas, Chapadinha, Turiaçu e Alto Alegre do Pindaré. Todos os equipamentos que deveriam ser instalados nestas unidades de saúde também já haviam sido adquiridas pelo governo passado. Apesar disso, nenhum dos oito hospitais foi colocado em funcionamento na administração Flávio Dino.
hospital feito pela gestão passada em setembro e nunca inaugurado


“Vou enviar a revista do Programa Saúde é Vida com tudo o que foi entregue para o governador, para que a coordenadora da Agência Folha, Denise Chiarato saiba tudo o que a atual gestão recebeu e está deixando destruir. Não será difícil perceber, em uma visita rápida ao Maranhão, a quantidade de unidades que ele paralisou as obras e tantas outras que deixou de manter. Portanto, não existe hospital algum que ele esteja construindo”, completou.

Saúde é Vida – O Programa Saúde é Vida, idealizado pela ex-governadora Roseana Sarney (PMDB), foi coordenado pelo ex-deputado estadual e ex-secretário de Saúde, Ricardo Murad (PMDB).

Murad comandou de forma direta, a inauguração de 44 novos hospitais de 20 leitos; sete, hospitais de 50 leitos e 11 Unidades de Pronto Atendimento (UPAs) no estado.

Além disso, reformou o Hospital de Alta Complexidade Carlos Macieira; reformou e entregou novos centros cirúrgicos no Hospital Juvêncio Matos; entregou a nova unidade da Farmácia de Medicamentos Excepcionais (Feme); entregou também o Centro de Medicina Especializada (Cemesp); transformou o antigo Hospital Geral no primeiro Hospital do Câncer do Maranhão; entregou o Centro de Reabilitação, situado no Olho d’Água; reformou a Maternidade Benedito Leite e inaugurou nova unidade da mesma maternidade, situada na Cohab e criou 234 novos leitos de Unidade de Terapia Intensiva (UTI) na rede estadual de saúde.

Mais

O Estado entrou em contato com a Secretaria de Comunicação do Governo, mas até o fechamento desta edição, nenhuma resposta havia sido enviada. A reportagem também levantou questionamentos ao secretário de Articulação Política, Marcio Jerry, mas este limitou-se a repassar o número de telefone do secretário de Saúde, Marcos Pacheco. Procurado, Pacheco não atendeu às ligações, nem respondeu às perguntas encaminhadas por meio do aplicativo de troca de mensagens, WahatsApp.

Flávio Dino não está construindo hospitais novos no estado. Pelo contrário, o Governo tem conseguido destruir tudo aquilo que foi feito com excelênciaAndrea Murad, deputada estadual pelo PMDB.

Governo foi obrigado a repassar recursos para Bernardo do Mearim

Depois de deixar de repassar o valor de R$ 100 mil para o custeio do Hospital de Bernardo do Mearim, construído pela gestão anterior por meio do Programa Saúde é Vida, e que acabou fechando as portas no início do ano, o Governo do Estado foi obrigado pela Justiça, a voltar a destinar os recursos para a unidade.

A decisão foi dada pelo juiz Marcelo Moraes Rego, titular da Comarca de Igarapé Grande. A multa pelo não cumprimento da decisão é de R$ 10 mil.

A Prefeitura de Bernardo do Mearim alegou que o fechamento da unidade havia ocorrido por conta do corte do aporte de recursos por parte do Executivo Estadual.

Quem primeiro denunciou o caso foi o prefeito Fred Maia, do município de Trizidela do Vale, que reclamou de atendimento sobrecarregado na cidade que administra, por conta do fechamento do hospital de Bernardo do Mearim. O protesto do prefeito ocorreu em Brasília, numa reunião de gestores municipais com o vice-governador Carlos Brandão (PSDB) e membros da bancada federal.

A manifestação do prefeito motivou o Ministério Público a ingressar com uma Ação Civil Pública contra o Estado, pedindo a retomada do repasse mensal.

Na decisão, o juiz afirmou que a Constituição Federal assegura que a saúda é um “direito social diretamente relacionado ao direito à vida e à dignidade da pessoa humana”, por isso a necessidade de reabertura do hospital.

Na ocasião, o Governo do Estado, por meio de nota, alegou que os repasses estavam suspensos porque a “Prefeitura de Bernardo do Mearim não fez adesão ao termo de Incentivo Estadual de Qualificação da Gestão Hospitalar (IEQGH), fundo complementar [...] que regulamenta a transferência voluntária de recursos do Estado aos municípios que receberam hospitais de 20 leitos”. Apesar disso, a Justiça determinou a retomada do repasse.

Mais

O Estado entrou em contato com a Secretaria de Comunicação do Governo, mas até o fechamento desta edição, nenhuma resposta havia sido enviada. A reportagem também levantou questionamentos ao secretário de Articulação Política, Marcio Jerry, mas este limitou-se a repassar o número de telefone do secretário de Saúde, Marcos Pacheco. Procurado, Pacheco não atendeu às ligações, nem respondeu às perguntas encaminhadas por meio do aplicativo de troca de mensagens, WhatsApp.

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