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Cobranças sobre ponte fantasma colocam Edivaldo no dilema: roubo ou estelionato?

Prefeito de São Luís Edivaldo Holanda Jr, todo enrolado até pescoço 
As cobranças feitas pelo deputado estadual Wellington do Curso (PPS) sobre a falta de transparência e o destino de recursos públicos para a construção da ponte fantasma sobre o Rio Gangan, a Pai Inácio, mostram que o prefeito Edivaldo Holanda Júnior (PDT) entrou num dilema que deve custar o seu projeto de reeleição: Edivaldo roubou dinheiro público ou cometeu estelionato eleitoral?

Cadê o dinheiro que estava aqui?
Placa colocada por Edivaldo Holanda Jr em 2013 mostra que havia
recursos para construção da ponte Pai Inácio

A situação do prefeito de São Luís, que deve agora responder para a população qual das duas ações praticou, ficou mais complicada nessa terça-feira 1, quando Wellington, único dos 42 parlamentares da Casa que tem se atentado para o caso, solicitou ao Executivo municipal informações da obra sobre a obra fantasma, anunciada em parceria com o governo estadual no dia 24 passado. O entendimento preciso do parlamentar é simples: se Edivaldo Júnior afirmou que os quase oito milhões destinados pelo Ministério das Cidades para a revitalização do Rio Gangan não contemplavam a construção da ponte, e não havia verba municipal para a obra, o pedetista precisa explicar então porque colocou uma placa no local e afirmou que as obras já estavam sendo encaminhadas.

“Na semana passada, demos entrada em três requerimentos, solicitando informações ao Ministério das Cidades, Tribunal de Contas da União e Prefeitura de São Luís que solicitava informações sobre a aplicação do crédito de R$ 7.981.898, 60. Após tal solicitação, na tentativa de justificar o descaso para com o bem público municipal, a prefeitura afirmou que os quase oito milhões destinados pelo governo federal para a revitalização do Rio Gangan não contemplavam a construção da ponte. Ora, se o crédito não ‘contemplava’ a obra, por que realizou-se o hipotético lançamento de construção da Ponte?  Se o recurso não era para a Ponte por que que, no dia 14 de outubro de 2013, realizou-se o lançamento da construção da obra?", indagou o parlamentar.
Placa da ponte fantasma de Edivaldo Holanda Jr,  já no chão
já o dinheiro a própria placa informa ser do tesouro municipal
ninguém sabe onde caiu .

Embora faça parte da base do governador Flávio Dino (PCdoB) na Assembleia, ao se pronunciar sobre novos pedidos de informações públicas, Wellington questionou também sobre os processos licitatórios e verbas para a construção da ponte sobre o Rio Gangan, que já se iniciou, mesmo sem ter havido processos legais obrigatórios, como o ambiental e de licitação.

"Se não havia recurso para a construção, por que divulgar o lançamento da referida ponte? Embora os fatos venham a convergir para a possibilidade de estelionato eleitoral, eu insisto em solicitar informações. Por isso, protocolamos mais dois requerimentos na manhã de hoje: um para a Caixa Econômica Federal e outro para a Prefeitura. Se não havia recurso, como a gestão municipal alegou, como explicar o fato do prefeito de São Luís ir, no último dia 24, lançar a ponte novamente? Ante isso, eu pergunto: a obra foi iniciada agora, em agosto, com qual verba? Com qual processo licitatório? Onde está o procedimento de licitação da obra cuja ordem de serviço foi lançada no dia 24? Qual o valor total dessa obra? E os projetos? Sabe-se que, para licitar uma obra, é necessário, no mínimo, um projeto básico. Cadê o projeto básico? Qual origem dos recursos para pagamento desse contrato?", questionou.

Diante dos questionamentos de Wellington do Curso, o prefeito Edivaldo Holanda Júnior precisa explicar para a população - antes mesmo de ter de se explicar para a polícia: afinal, se havia dinheiro e a ponte não foi construída, esse dinheiro foi desviado? Ou, se não havia destinação de verba, e mesmo assim ele prometeu em outubro de 2013 a construção da ponte Pai Inácio e ainda colocou placa de construção no local, ele admite que enganou a população e cometeu estelionato eleitoral?

Com a palavra, se resolver falar a verdade, o prefeito.

Do Atual 7




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