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Cadê a segurança Flávio Dino:Aluna de 13 anos dá facada em colega de 15 em escola estadual e professores ameaçam parar atividades

Agressão aconteceu no pátio da escola Estado do Ceará, que fica no bairro Coheb; MP tenta conter violência e professores ameaçam parar atividades
Ficou insustentável a situação da violência nas escolas da rede pública de ensino de São Luís, que continuam sem o serviço de segurança e vigilância. Mesmo com ações do Ministério Público, da Secretária de Segurança Pública e professores o clima de medo nas unidades de educação só aumenta. No início da tarde desta quinta-feira (5) um aluno do 8º ano, que tem 15 anos ano, levou dois golpes de faca de uma aluna do 7º, de 13 anos, dentro do pátio da escola estadual Estado do Ceará, que fica no bairro da Coheb. Segundo uma professora, a confusão teria sido após uma discussão em um grupo de Whats App. O aluno foi levado ao hospital e já está em casa, os golpes foram no ombro. A equipe de O Estado Online esteve na porta da escola Estado do Ceará nesta quinta-feira e flagrou pais indo pegar os filhos, mesmo antes do encerramento do horários das aulas.
SAIBA MAIS
Professores afirmam que devem fazer uma paralisação dentro da escola às 10h da manhã desta sexta-feira para pedir segurança. A Secretaria Municipal de Educação (Semed) informou recentemente que que está em processo de reimplantação gradativa do serviço de vigilância nas unidades escolares e que, enquanto isso, tem reforçado as parcerias já existentes com a Guarda Municipal e a Polícia Militar. A agressão aconteceu em um prédio de uma escola estadual, mas os alunos são da escola municipal Josué Montelo, que está com seu prédio em reforma.
Uma professora, que não quis se identificar, afirmou que a aluna teria entrado no pátio da escola com uma faca e atacado o aluno na hora da entrada, às 13h15. “Eles discutiram na noite passada em um grupo de Whats App e ele teria xingado ela. Então hoje [quinta-feira] ela veio armada de casa e cometeu esse ato de violência. Foi um grande susto para todos nós”, comentou.
A discente lamentou o clima de insegurança e afirmou que alunos e professores farão uma paralisação para chamar atenção das autoridades. “Está insuportável. Estamos sem porteiro e sem vigilante. Estamos inseguros demais. Poderia ter sido algo pior. Amanhã [sexta-feira] vamos parar as atividades para ver se alguém faz alguma coisa. Não podemos mais ficar esperando. Estamos correndo risco”, disse ela, que é professora do aluno vítima das facadas.
Tentativas de conter a violência
O Ministério Público, por meio das 1ª e 2ª Promotorias de Justiça de Defesa de Educação, ingressou com uma Ação Civil Pública contra o Governo do Estado e a Prefeitura de São Luís. Para garantir medidas de segurança nas entradas e no entorno das escolas da capital. Em pouco mais de um mês, mais de seis casos de violência foram registrados em escolas de São Luís.
Na peça, os promotores Paulo Silvestre Avelar Silva e Maria Luciane Lisboa Belo explicam que a medida foi motivada por notícias divulgadas na mídia local.

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