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Seminário de docência inclusiva é realizado em São Luís

Voltado para os profissionais da área, o evento teve como objetivo preparar os docentes para adaptarem as atividades, aulas, programas e outros ações desenvolvidas em sala de aula para a escolarização desses alunos conforme suas necessidades.

Incluir alunos com necessidades especiais para que eles acompanhem sem prejuízos educacionais as atividades em sala de aula é um dos desafios da educação na atualidade. Para isso, aconteceu em São Luís o I Seminário de Docência Inclusiva. Voltado para os profissionais da área, o evento teve como objetivo preparar os docentes para adaptarem as atividades, aulas, programas e outros ações desenvolvidas em sala de aula para a escolarização desses alunos conforme suas necessidades.

Segundo a terapeuta ocupacional Rose Cristina Bello, organizadora do evento, o seminário é resultante de suas experiências com professores e alunos de escolas de ensino fundamental e também do atendimento dos mesmos em consultório, bem como das reflexões geradas nestas vivencias. “Eu presto consultoria em escolas, ajudando as instituições de ensino a adaptarem suas práticas conforme as necessidades de cada aluno com deficiência e nesse processo percebemos que muitas vezes a escola tem toda a estrutura necessária, mas ainda tem dificuldades de como trabalhar com esse aluno”, afirmou.

Ela explicou ainda que para que o aluno com deficiência esteja totalmente incluído é necessário adaptar não apenas as atividades pedagógicas, mas o material, como livros e lápis, além do espaço físico. Tudo de acordo com a necessidade do aluno. “Integrar é diferente de incluir. Às vezes, o aluno está em sala de aula, mas está sentado no fundo, não tem muito contato com os demais alunos ou a forma como o professor está trabalhando não contempla aquele aluno. Para incluir é preciso trazê-lo para o centro da sala, para o contato direito com o professor e demais estudantes”, disse Rose Cristina Bello.

Participaram do evento, professores da rede regular de ensino que atendem alunos com deficiência ou não, coordenadores pedagógicos, supervisores e administradores escolares, estudantes do curso de Pedagogia e demais interessados. O seminário formenceu subsídios conceituais por meio de palestras, propiciando um espaço de discussões, informações, conhecimentos, orientações e reflexões acerca de temas que representam estes grandes desafios.

As palestras realizadas tiveram como temas “Práticas e Compromisso para com os Educandos: Incluindo com eficiência”, “Facilitando o processo de aprendizagem da pessoa com deficiência”, “Entendendo o Transtorno do espectro do autista (TEA)” e “Inclusão em uma perspectiva analítico-comportamental”. Houve ainda a oficina “Construção de recursos terapêuticos inclusivos a ser utilizado pelo professor”.

A organização do evento espera que com todas essas informações disponíveis, o professor tenha a capacitação necessária para trabalhar com competência os conhecimentos necessários, tornando-se facilitador dos processos da aprendizagem e controle comportamental do aluno em sala de aula. “Muitos são os desafios contemporâneos do processo pedagógico a serem enfrentados pelo professor em sua prática profissional. Estes desafios são de muitas naturezas, sendo o processo de inclusão uma necessidade que exige do professor habilidade em lidar com a diversidade”, explicou Rose Cristina.

O seminário aconteceu no sábado, dia 28, nas instalações do no curso pré-vestibular Evolução, na Cohama, e também teve o apoio do Centro de Reabilitação Emocional Cultive-se e da Garrido Farmácia de Manipulação.

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No Brasil, o a educação especial e o atendimento educacional especializado é regulamentado pelo Decreto Nº 7.611, de 17 de novembro de 2011, que trata dos programas, projetos e ações a fim de implementar no país a Política Nacional de Educação Especial. A partir dessa política, os alunos considerados público-alvo da educação especial são aqueles com deficiência, transtornos globais de desenvolvimento e com altas habilidades/superdotação. Dentre as ações previstas está o apoio técnico e financeiro aos sistemas públicos de ensino para a oferta e garantia de atendimento educacional especializado, complementar à escolarização, de acordo com.

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