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UEB do bairro do Bequimão suspende aulas por falta de segurança

Escola com o portão fechado por falta de segurança
A Unidade de Educação Básica (UEB) Jornalista Neiva Moreira, localizada no Bequimão, em São Luís, permaneceu de portas fechadas ontem por causa da falta de vigilantes nas dependências da escola. De acordo com alguns funcionários da instituição, a decisão partiu de pais de alunos e professores, temerosos pela segurança no local.
Bem diferente dos dias de funcionamento normal, em que há um intenso movimento de crianças correndo no pátio da escola, o cenário na unidade de ensino ontem era deserto. Os portões trancados e apenas alguns funcionários dentro do prédio. Isso, porque as aulas foram suspensas e os alunos tiveram de voltar para casa ontem. De acordo com essas pessoas, as aulas só retornarão na quinta-feira, dia 12.
A falta de vigilantes nas dependências da UEB não é novidade. No dia 17 de setembro, O Estado noticiou a ausência desses profissionais em diversas escolas municipais. Uma delas foi a Jornalista Neiva Moreira.
Na ocasião, pais comentaram o temor pelas escolas ficarem desassistidas. Nessa UEB, os portões ficavam abertos e as crianças podiam sair sem nenhum controle visual de um adulto no fim do turno matutino. Da mesma maneira, qualquer pessoa podia ter acesso ao prédio. Agora, pais e professores tentam conseguir vigilância para a instituição.
Cobrança - Segundo a presidente do Sindicato dos Profissionais do Magistério do Ensino Público Municipal de São Luís, Elisabeth Castelo Branco, a falta de vigilantes é um problema que pode ser encontrado em grande parte das escolas da rede municipal. Um levantamento mostra que das 281 escolas, apenas 73 ainda têm vigilantes em suas dependências.
Cobranças já foram feitas à Secretaria Municipal de Educação (Semed), mas nenhum retorno concreto foi obtido. “Encaminhamos um ofício para a Semed, logo após a reunião com a Promotoria da Educação, e nunca nos responderam. O nosso interesse é de que todas as escolas tenham vigilantes, não só 73. O secretário nos informou que até o dia 19 de novembro tudo seria regularizado. Mas para a gente isso não resolve, a segurança é urgente”, afirmou a presidente do Sindeducação.
Ainda em setembro, a 1ª e a 2ª Promotorias de Justiça de Defesa da Educação de São Luís ajuizaram uma Ação Civil Pública (ACP) de obrigação de fazer contra o Município de São Luís e a Secretaria de Estado da Segurança Pública, solicitando, como medida liminar, a manutenção dos serviços de vigilância adequados à segurança da comunidade escolar e do patrimônio público. Formularam a manifestação ministerial os promotores de Justiça Paulo Silvestre Avelar Silva e Maria Luciane Lisboa Belo.
No processo, os autores destacam que no período de 17 a 21 de setembro de 2015 escolas localizadas nos bairros Santa Clara, Gancharia, Divinéia, Bequimão, Maranhão Novo e Coroadinho foram alvo de vandalismo, com depredação, incêndios, invasões e roubos. Ainda na ação, o Ministério Público atestou que as práticas ilícitas ocorreram por causa da ausência de profissionais vigilantes nas escolas.
Procurada por O Estado, a Secretaria Municipal de Educação (Semed) informou, em nota, que está em processo de reimplantação gradual do serviço de vigilância nas escolas e que a Unidade de Educação Básica (U.E.B.) Neiva Moreira receberá o referido serviço. A Semed frisou ainda que, enquanto isso, tem reforçado as parcerias já existentes com a Polícia Militar e a Guarda Municipal, instituições parcerias no combate à violência dentro das escolas.
DEMISSÕES

A falta de segurança nas escolas se deu pela demissão de 400 vigilantes que faziam a segurança das unidades de ensino. Eles trabalhavam pela empresa Servi-San, empresa terceirizada. Em fevereiro deste ano, o contrato com a prestadora de serviços encerrou-se. De acordo com Sílvio Carvalho, do Sindicato dos Vigilantes do Maranhão, informaram que estavam contratando uma nova empresa, há algumas semanas. “Fazem outras coisas e não fazem uma licitação para contratar uma empresa de segurança”, disse.

OEstado 

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