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Socorrões I e II sofrem com insegurança e falta de estrutura

Funcionários das duas unidades de saúde denunciam, além de falta de materiais, ausência de segurança interna para dar garantia de integridade
Insegurança e falta de estrutura para o atendimento de pacientes são alguns dos problemas denunciados pelos funcionários dos hospitais Djalma Marques (Socorrão I) e Clementino Moura (Socorrão II). Alguns profissionais lotados nessas unidades de saúde, ouvidos ontem por O Estado e que preferiram não ter as identidades reveladas, afirmaram que, em determinados plantões (especialmente no período noturno), não há luvas, por exemplo, para atendimento médico.


No Hospital Socorrão I, além do acúmulo de pacientes nos corredores – informação confirmada por servidores da unidade –, funcionários informaram que faltam insumos (como gazes, materiais para curativo, filtros antimicrobianos, entre outros). Nesta semana, o Socorrão I não tem fitas de glicemia, para verificar as taxas de açúcar de pacientes.

Outros funcionários do Socorrão I também informaram que, durante os plantões dos períodos matutino e vespertino, há ausência de remédios para dor e objetos para realização de simples nebulizações. Além desses problemas, acompanhantes de pacientes da unidade de saúde denunciaram ausência de médicos plantonistas na unidade de saúde.

De acordo com a denúncia, os profissionais médicos somente com­parecem ao local de trabalho quando são chamados, muitas ve­zes, horas depois de os pacientes já terem dado entrada no hospital. Por outro lado, funcionários do Socorrão I afirmaram que a situação relatada pelos acompanhantes é considerada “rotineira”, já que alguns mé­dicos são plantonistas permanentes, devendo estar à disposição durante 24 horas por dia para comparecer ao Socorrão I, assim que for necessário.

No Socorrão II, servidores relatam que o maior problema atualmente é a ausência de garantia de integridade física para o exercício de suas funções de trabalho. De acordo com um médico, que preferiu ter a identidade preservada, mesmo com a presença de uma guarnição permanente da Polícia Militar na parte interna da unidade, ameaças sofridas por funcionários são constantes. “A gente tem medo, pois atendemos principalmente muitas pes­­soas encaminhadas pela polícia que acabaram de ser presas ou tiveram participação em assaltos. Ficamos com medo de acontecer alguma coisa”, afirmou.

Insegurança

Foi por causa da insegurança que na manhã de ontem funcionários do Hospital Socorrão II protestaram na entrada da unidade. De acordo com os organizadores, o objetivo do ato foi chamar a atenção das autoridades públicas quanto à ausência de vigilância na parte interna do hospital.

Além da insegurança, os manifes­tantes informaram que funcionários já foram ameaçados por acompanhantes de pacientes. Entre­vistadas pela Rádio Mirante AM, na manhã de ontem, algumas pessoas disseram que têm medo de trabalhar no Socorrão II.

No dia 25 deste mês, um policial militar reformado atirou contra um funcionário do Socorrão II, identificado como Charles Silva. De acordo com testemunhas, a vítima somente escapou dos disparos porque conseguiu se esconder no centro cirúrgico do hospital.

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