terça-feira, 26 de janeiro de 2016

Flávio Dino recebeu R$ 5,4 bilhões do Governo Federal, mas não disse a que veio

Mesmo com o cofre cheio, Flávio Dino decepcionou no primeiro ano do seu governo 
A administração federal foi bastante generosa com o governador do Maranhão, Flávio Dino (PCdoB), no primeiro ano de gestão do comunista. Segundo informa o Portal da Transparência, a União reforçou os cofres do aliado de primeira hora da presidente Dilma Rousseff (PT) com mais de R$ 5,4 bilhões em transferências do Fundo de Participação dos Municípios (FPM), repasses do Fundo de Manutenção e Desenvolvimento da Educação Básica e de Valorização dos Profissionais da Educação (Fundeb), do Fundo Estadual de Saúde e até com royalties pela produção de petróleo e gás.
Foram diversas as fontes de recursos federais que reforçaram o caixa do governo Flávio Dino. Além do FPM (quase R$ 4 bilhões), do Fundeb (mais de R$ 964 milhões), das verbas da saúde (R$ 306,8 milhões) e dos royalties (mais de R$ 45 milhões), a gestão do comunista recebeu montantes expressivos a título de compensação de exportação (R$ 18 milhões) e cotas da Contribuição de Intervenção no Domínio Econômico (Cide) (R$ 10,2 milhões) e do Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI) (R$ 18 milhões).
Outros R$ 23,7 milhões foram destinados ao Maranhão para implantação, ampliação ou melhorias de sistemas de esgotamento sanitário em municípios com população acima de R$ 50 mil habitantes.
Repasses federais ao governo do Maranhão somaram mais de R$ 5,4 bilhões no primeiro ano do governo Flávio Dino
Repasses federais ao governo do Maranhão somaram mais de R$ 5,4 bilhões no primeiro ano do governo Flávio Dino
Apesar da fartura de verbas federais, somada às receitas próprias do governo local, geradas por um sistema tributário estadual baseado atualmente no aumento de impostos e taxas, Flávio Dino não correspondeu às expectativas do povo, sobretudo dos maranhenses que lhe confiaram o voto.
O que se viu, na verdade, em meio a tantos recursos públicos disponíveis, foi o velho discurso surrado de mudança de um governador que, mesmo após mais de um ano no cargo, tem dificuldade para descer do palanque.
Para quem prometeu tornar o Maranhão um ambiente de paz e justiça social, o comunista deixou muito a desejar, principalmente em setores cruciais para o bem estar dos cidadãos, como saúde e segurança pública. Mas é preciso cautela, pois foi só o primeiro ano de gestão. Espera-se que os próximos três sejam de bonança.



Por Daniel Matos
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